08 dezembro, 2014

Avô de Isabella Nordeni é acusado de participação no assassinato

Avô de Isabella Nordeni é acusado de participação no assassinato.


     Depois de 06 anos da morte de Isabella Nardoni e condenação dos assassinos, Alexandre Nardoni a 31 anos de prisão e Anna Jatobá condenada26 anos, surgi novos fatos apontado a participação de um terceira pessoa no crime.        Uma funcionária do sistema penitenciário paulista foi ao Ministério Público, no dia 02, prestar depoimentos e acusou o advogado Antônio Nardoni de   ter sugerido a simulação do acidente para disfarçar a morte de Isabella.  
     Em entrevista ao programa Fantástico (07), a testemunha falou que Anna Jatobá disse que foram fazer compras em um supermercado com as crianças, mas que por problemas no cartão a compra não foi realizada e eles ficaram nervosos. A funcionária contou que Anna Jatobá disse ter batido com violência na enteada, dentro do carro, que Alexandre teria levado a menina do carro até o apartamento e colocado Isabella no chão, acreditando que ela tivesse morta. Em seguida, a madrasta ligou para o sogro e contou o que estava acontecendo. A testemunha declarou que Anna e Alexandre seguiu as orientações do avô da menina, que orientou que o casal simulasse um acidente.
     Isabella foi jogada do sexto andar do apartamento onde o casal morava com mais 02 filhos.
     A funcionária do presidio declarou que Anna Jatobá, ainda não tinha denunciado o sogro, por que ele sustenta os filhos dela, e por causa das “regalias” que ela tem na prisão, por exemplo um colchão especial, diferente dos usados pelas outras detentas. Isso porque Anna sofre com problemas de coluna.
     Em declaração ao Fantástico, por telefone, Antônio Nardoni afirmou ter a consciência tranquila e que quando recebeu a ligação nunca imaginou que a menina tivesse caído da janela e que as pessoas, as vezes, agem como se ele fosse o monstro da história.
     Sobre as regalias com a nora, afirmou que faz o que é permitido e porque o filho, Alexandre, pediu para não deixar faltar nada pra ela nem para os filhos. E que ele levou o colchão após a diretoria ter autorizado a entrada, mediante laudo médico.  E que irá defendê-los porque tem absoluta certeza de que eles não fizeram nada, assim como ele, Antônio Nardoni, também é inocente.

     O ministério garantiu sigilo da identidade da testemunha e que se as investigações evoluírem é possível que aja um novo júri.

Por Noêmia Roberta

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